Declarado amor


São vários os significados atribuídos à palavra amor, seriam poucas as páginas para descrever a infinidade de sentidos que lhe podemos atribuir. Há quem pense que o amor está somente ligado a laços afectivos, com os familiares ou com o seu parceiro(a). Porém, é bom reflectir fora desse contexto e quanto a isso há muito a dizer.

Amar é um propósito de vida, está intrínseco num simples gesto de compaixão para com os outros. Pode ser encontrado, num olhar ternurento e no doce sorriso de uma criança, numa palavra amiga que tantos ouvidos sedentos anseiam escutar.
Está de igual forma presente na natureza, podemos encontrar a expressão do amor, na força das ondas do mar, no azul do céu pintado com as cores do arco-íris, nas flores que preenchem os retalhos de terra durante a primavera, no som das aves que constroem os seus ninhos de amor.

Quando olhamos ao espelho e vemos o nosso reflexo, percebemos a forma da nossa existência, que é resultado do Declarado amor, que tanto falo.


Declarado amor, é então amar o outro como a ti mesmo….





segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá




“Quando a Primavera chegou, vestida de luz, de cores e de alegria, olorosa de perfumes sutis, desabrochando as flores e vestindo as árvores de roupagens verdes (…)”

“Assim vivia ele quando a Primavera entrou pelo parque adentro, num espalhafato de cores, de aromas, de melodias.”

“Os pombos recolheram-se todos ao pombal, silenciando os arrulhos de amor nos galhos das árvores (…)”

E neste festejo da Primavera o gato Malhado e a andorinha Sinhá, “Foram-se conhecendo um ao outro, cada dia uma nova descoberta.”
Agora tudo mudara, o que não tinha cor tornou-se num arco-íris, “a alegria estava presente em todas as coisas e eles não a viam antes. Porque – eu vos digo – temos olhos de ver e olhos de não ver, depende do estado do coração de cada um.”


Mais uma história de amor, entre o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, esta é para todos os apaixonados, uma vez que se aproxima uma “época festiva”. Vale a pena conhecer esta história, escrita por Jorge Amado e ilustrada por Carybé.

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